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Itaguaí foi o segundo maior município do estado em criação de empregos em 2020, segundo Firjan

| O Dia

ITAGUAÍ – Itaguaí perdeu apenas para Maricá na geração de empregos formais em 2020: é o que diz a Firjan, por meio da plataforma “Retratos Regionais”, traz mensalmente um recorte setorial e regional do mercado de trabalho fluminense. Graças ao recurso online, é possível medir como anda a empregabilidade nos municípios do estado do Rio de Janeiro a partir de certos recortes. A plataforma tem como base o saldo de empregos formais disponibilizados no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério da Economia.

Com a inclusão dos dados de dezembro de 2020, foi possível fazer um balanço geral do ano passado. Itaguaí criou 596 vagas de emprego formal, o que fez a cidade ocupar o segundo lugar na empregabilidade do estado do Rio de Janeiro, perdendo apenas para Marica, que criou 1.015.

Reprodução de gráfico mostra que Itaguaí foi o município que mais criou empregos em 2020, atrás apenas de Maricá.

Reprodução internet - Retratos Regionais (Firjan)

O saldo representa o total de vagas criadas subtraído do total de vagas fechadas no período.

INDÚSTRIA E CONSTRUÇÃO CIVIL SÃO DESTAQUES

Pelo gráfico gerado pela ferramenta da Firjan, a indústria continua como a maior empregadora da cidade. Metalurgia, obra de infraestrutura e construção de edifícios e empreendimentos imobiliários foram as atividades que mais geraram empregos. As que mais perderam foram construção de embarcações e estruturas flutuantes e serviços de carga e descarga.

Reprodução de gráfico mostra que durante a epidemia houve oscilação da empregabilidade em Itaguaí, embora saldo geral seja positivo.

Reprodução internet - Retrato Regionais (Firjan)

O comércio é o destaque negativo: varejo de mercadorias em geral e artigos de vestuário e acessórios teve queda expressiva.

DURANTE A PANDEMIA

Com a inclusão dos dados de dezembro de 2020 também é possível notar o comportamento da empregabilidade durante a pandemia, que provocou as restrições sanitárias a partir de março.

Janeiro de 2020 começou devagar, com 55 empregos criados. Em fevereiro, o número saltou para 373. Março (-320), abril (- 349) e maio (-47) foram meses de empregabilidade negativa. Junho (+ 212) e julho (+387) foram resultados positivos surpreendentes, mas em agosto (-225) houve nova e acentuada queda. De setembro a dezembro, houve oscilação positiva, com destaque para o mês de novembro (+265).

Leia a matéria na íntegra.

 


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